Dizem que para existir um futuro devemos sempre fechar as portas do passado e deixa-lo para trás, mas o que seria de nós sem nossa história? O que seria do homem sem os calos de sua trajetória? O que seria dele sem aqueles a quem outrora deu as mãos?
Ausências tão presentes, em cada som, em cada gesto, em cada memória. Algumas que nos fazem rir, outras que tornam o suspiro pesaroso, mas sempre presentes.

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