Talvez não tão cedo eu vá dar meus abraços que matam a saudade, os sorrisos que trazem na lembrança a felicidade de inúmeras despedidas e reencontros.
Talvez, dessa vez a espera seja maior, mais longa... Mas espera nenhuma é maior que a felicidade de estar novamente vivendo aquilo que passa tantas vezes pelos sonhos, pelos pensamentos antes de dormir e nas boas lembranças guardadas no peito.
Talvez, só talvez, tudo sempre valha a pena.

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