quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

À espera dos reencontros


Talvez não tão cedo existirá o "bem vindo de volta" com o qual eu estava acostumado e sempre ansiava.

Talvez não tão cedo eu vá dar meus abraços que matam a saudade, os sorrisos que trazem na lembrança a felicidade de inúmeras despedidas e reencontros.

Talvez, dessa vez a espera seja maior, mais longa... Mas espera nenhuma é maior que a felicidade de estar novamente vivendo aquilo que passa tantas vezes pelos sonhos, pelos pensamentos antes de dormir e nas boas lembranças guardadas no peito.

Talvez, só talvez, tudo sempre valha a pena.

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