segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Ah... Seja como for, só seja
Ah, o amor.
Quem dera fosse uma simples fórmula de A+B, quem dera fosse tão claro quanto o branco no preto. O amor é mais que entrelaçar os dedos e as noites em claro entre as quatro paredes. O amor não se limita a duas pessoas e seus preceitos e condições para com o mundo.
Ah, o amor.
O amor que cada vez mais entra em foco, o verdadeiro amor, aquele sem regras, sem pudores, sem certo e errado. O verdadeiro amor, aquele que simplesmente se deixa acontecer, sem apontar os dedos como se fosse erro, que simplesmente flui e nele cria suas próprias regras, o amor desbravador que é e sempre será o amor, aquele que hoje mal é entendido perante todos os ditos sociais.
Deixe acontecer amor, como for, como vier, e ria dos acasos que ele mesmo cria. Deixe acontecer o amor em dois, em três, em mil, desde que sempre e indubitavelmente seja amor em toda a sua essência.
Ah, o amor que nos faz concluir que nada sabemos senão que temos que aprender a rir da vida e entrar em suas ondas, sejam quais forem, e amar em todas as suas formas, além do pequeno entendimento humano.
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