Tem palavras que morrem na garganta.
Angústias que explodem no peito, e que ficam proibidas de sair dali.
O que já me fez bem, vira corrente. O que já me fez mal, vira grade.
No fim, o que era bom, o que era ruim, o que fica perto do peito ou longe só ajudam a fazer de mim mesmo uma jaula, com barras e portas.
Portas que não consigo mais abrir.

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