já acreditei mais, também.
Acho que a proporção de palavras que guardo no peito sem proferir é igual a quantidade de mar que represo dentro do meu coração.
Acredito mais, escrevo mais.
Me contenho,
não escrevo.
Devo deixar explodir.
Devo deixar correr água, deixar minha imensidão torrencial ser tão à flor de minha pele sempre tão viva quanto o foi.
Devo escrever mais,
devo acreditar mais, também.

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