E eu vejo e chego a essa conclusão meio minha de que a vida sempre vai ser essa loucura de encontros e desencontros. Que estamos aqui sem mãos atadas, em um constante abraçar e despedir-se de tudo e todos. Chego a essa conclusão de que a gente cresce, e teima em não crescer. Que não podemos ter medo do adeus e também dessas responsabilidades estranhas que até então pareciam tão distantes.
A vida é um acenar constante.
Ora vem, ora vai.
E a gente aqui,
tenta dançar conforme a nossa música particular.

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