já não aceito mais existir amarra prendendo meus pulsos,
já não aceito mais não ver as minhas estrelas.
Deixo livre a luz que sei que posso emanar, a cor que sei que posso ver e a imaginação que tira meus pés desse chão que todos deveriam pisar.
Deixo a mim mesmo ser feliz,
com a energia de saber o que faço,
pois é só o que mereço.
E assim, longe de toda a escuridão deixo meu melhor eu entrar,
e suas luzes brilharem.

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