Se as coisas dão certo, mesmo que longe das praias em que gostaria de estar, quem sou eu para dizer que não devo aceitar a corrente e agarrar minhas oportunidades como sempre o fiz?
Se meu lar está longe, mas a sorte aqui, quem sou eu para virar as costas e querer algo diferente?
Para meu lar distante,
que o mar um dia me carregue.
Até lá,
continuo com a força brutal de onda prestes a quebrar, segurando com convicção nos acasos que aparecem, e na sorte que sorrir.

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