Quanta coisa precisava ser proferida ao menos uma outra última vez, e quanta coisa deixamos passar sem dar a nossa voz.
Quantos trens perdemos na viagem da vida, quantos engasgos pela palavra não dita.
Palavras não jogadas ao vento,
Guardadas e trancadas em nossos baús sem chave,
dois quais só nós sabemos o tamanho do peso.

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